quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Ao Soldado da Paz

“...Inferno de fogo que devasta as entranhas do verde lusitano, coração sofrido que sucumbiu na cinza que o chão derramou no suor vermelho que a vida levou, glória heróica que a ti chamou, onde apenas resta a memória de uma lágrima ao soldado da paz que a mim me lembrou....”

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