terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Acordes em Prosa

Quando o céu e a terra se tocam
No mar se ouve
Acordes em prosa se amam
Num qualquer violino, que ao longe
na memória se deixou tocar



José Guerra (2011)

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

A Pluma de um escritor...

Devo ter sido
a pluma de um escritor
que nas palavras escrevia cor
debruadas de lágrimas e dor
prostradas de singela flor
em papel te escrevi amor


José Guerra (2011)

sábado, 10 de dezembro de 2011

Ser-te...

Ser-te num beijo roubado
por quem havias desejado
é amar-te assim
num abraço calado


José Guerra (2011)

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

O Teu Corpo no meu...

Quero esculpir o teu corpo no meu
Debruado de amor
Lágrimas e suor
Empedernido de dor
Rimas e ardor

José Guerra (2011)

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Nessa boca sedenta...

Um beijo te queria escrever
Nessa boca sedenta
Onde se desenham palavras loucas
De lábios doce cereja
Que na língua se beija
O mel te prove
Uma vez que seja

José Guerra (2011)

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Palavras que se adormecem...

Palavras que se adormecem
Em boca calada
Beijada
Inebriada
Amada
Silenciada em suspiros de lava
De tão quente por ser amada

José Guerra (2011)

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Romance - "A Paixão que Veio do Frio "


Já disponível no Sitio do Livro, o meu 1º Romance  " A Paixão que Veio do Frio "  
(Clicar no título ou na imagem)

Sessão de autógrafos no dia 20 de Novembro de 2011, pelas 17h00 na livraria Leya na Barata na Av. Roma em Lx

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Acordei-me...

Hoje acordei-me em ti
Sem me importar se o tempo existe
De veludo os beijos te senti
Mãos cegas te tocaram mudas
Boca que se beija em arpejo
Assim como num simples desejo



José Guerra (2011)

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Não durmo...

Não durmo
Porque do sono se fez prosa
Das letras ecoam silêncios que falam
Que o cheiro da chuva levou
Não durmo
Porque penso que voltas
Sem voltares me acordas
Insano fico
Não durmo



José Guerra (2011)

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Sou poema por dizer...

Sou poema por dizer
Que não se quis ser
Sou sol por nascer
Que a noite viu morrer
Sou lágrima de te ver
Por te amar sem querer



José Guerra (2011)

domingo, 30 de outubro de 2011

Chuva que se esfuma...

Chuva que se esfuma
em águas se some
Tormenta se grita
Em ventos de medo
Mar cavado
Nas ondas irado
Leva o segredo
De um beijo molhado



José Guerra (2011)

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Agreste vento triste...

Agreste vento triste
fustiga o cipreste
alma em pranto
dor que me deste
de amor quebrado
magoado o quiseste



José Guerra (2011)

domingo, 23 de outubro de 2011

Nuvens que se chovem...

Nuvens que se chovem
De águas carentes
Passadas e presentes
De tormenta se choram
Dilúvios ardentes
Do nascer ao poente
Se sopram lágrimas de gente
Que se gritam, mudas se sentem

José Guerra (2011)

sábado, 22 de outubro de 2011

Sol poente...

Na praia te vi de sol poente
De areia despida ardente
Amei-te num beijo quente
Em vento salgado que sente



José Guerra (2011)

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Vou por ai...

Vou por ai semear palavras ocas
como da noite de que sou feito
cheio de nada e desalento
queria ser ave como o vento
para gritar mais alto que o tempo

José Guerra (2011)

domingo, 16 de outubro de 2011

O verbo amar...

Um dia o verbo amar
perdeu-se na tua boca
sabia a pétalas de flor
ditas no teu sabor



José Guerra (2011)

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Do verbo sentir...

Do verbo sentir se faz o poema
Se faz o poeta de dor e pena
Do verbo sentir um grito infinito
Que se escreve pelo não dito



José Guerra (2011)

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

A poesia é apenas perfume...

A poesia é apenas perfume
Exalado das palavras mudas
De um coração que se padece enfermo
Da palavra amor
Que se morre, morrendo
Beijando a dor



José Guerra (2011)

sábado, 8 de outubro de 2011

Nos teus cabelos...

Mergulho nos teus cabelos
descubro os dias que não tive
arranco-te o perfume em silêncio
com o desejo de um beijo
que se percorre cego

José Guerra (2011)

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

A letra do teu nome...

A letra do teu nome perdi-a no leito
mataste a prosa que te havia feito
magoaste o verbo, não tinhas o direito
partiste um dia assim sem jeito
usaste a carne de que sou feito
apenas deixaste dor no meu peito

José Guerra (2011)

sábado, 1 de outubro de 2011

Palavras por dizer...

Palavras por dizer
Escritas com dor
Saem sem querer
Singelas com ardor
Talvez por saber
Que não mais me tens amor

José Guerra (2011)

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Sol pardacento...

Sol pardacento, que te espreitas incerto
Olhar funesto, sem se dizer
Escondido, encoberto
Por não se querer nascer

José Guerra (2011)

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Retalhos da vida de um poeta....

Retalhos da vida de um poeta
Que das folhas se esvaíram letras
Que de amores se perdeu
Nos poemas que te leu

José Guerra (2011)

domingo, 25 de setembro de 2011

Suaves beijos intensos...

Suaves beijos intensos
Da tua boca me saem
Leves como o vento
Que das nuvens se vão
De amor nas flores bordado
Na lágrima te sinto salgada
Que do mar te trouxeste
A sede me bebeste

José Guerra (2011)

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Na tua boca de cetim...

Deixa-me fazer-te um verso em alecrim
na tua boca de cetim,
deixa-me fazê-lo só para ti,
ainda que me esqueça de mim....

José Guerra (2011)

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

O sol deixa-se cair....

O sol deixa-se cair no horizonte
espreita do seu beiral
enquanto se desenha longínquo nos telhados
pintando silhuetas no olhar 
com que se despede beijando a noite
sem nunca a ter visto...

José Guerra (2011)

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Se a noite falasse...

Se a noite falasse, carpia de dor as lágrimas choradas pelas estrelas que banham o meu rosto por me imaginar não te ter...

José Guerra (2011)

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Se me disseres...

Se me disseres que a noite partiu, sem que o coração te doa, diz-me apenas que não conheces a palavra amor que um dia te fez mulher...

José Guerra (2011)

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

terça-feira, 6 de setembro de 2011

...sede da tua boca...

Por campos semeados de sede da tua boca me sacio, lavro-te em prosa desnudo, na semente te planto, ventre se deu tréguas, em espasmos me devoras, num abraço me ficas, beijo-te em silêncio apenas...

José Guerra (2011)

sábado, 3 de setembro de 2011

Por ai...

Quero ir por ai tragar o vento, esquecer-me de mim, ser terra e mar e não gente, porque se sente, quando gente de nós se parte assim, de repente...

José Guerra (2011)

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

...Um dia apaixonei-me....

“...um dia apaixonei-me pelo teu olhar lânguido e doce, te fiz mulher no regaço, bebi-te nos sentimentos derramados por um abraço suado...conheço-me na tua porosidade etérea...deixei-me ir até ao fim e em ti fiquei, porque sabia que o tempo era nosso....e o universo eras tu...”

José Guerra (2011)

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Se soubesses amor...

"Se soubesses amor quanto os meus olhos por ti choram, que das lágrimas se faria noite, como de chuva o céu se tolda...por tantas saudades sentir das estrelas que partiram..."

José Guerra (2011)


terça-feira, 16 de agosto de 2011

Insano pensamento...

Este verde que me fala de alma sofrida

Do sal te bebo, insano pensamento

Me faz partir de mim

Oh!!.. mar, levai-me

Sem que as ondas me vejam

Longe das pegadas de tristeza

Que na areia se ficaram


José Guerra (2011)

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

...Horizontes de Sal...

Vislumbro horizontes de sal
Esbatidos pelo mar
Silenciados de prata
Beijados pelo ar
Pintados de céu
Da cor do teu olhar
Bebo-te assim no meu corpo
Sabes a mar
No gosto que me fica
Depois de te amar



José Guerra (2011)

terça-feira, 9 de agosto de 2011

...uma aguarela sem nome...

Pinto-te de uma aguarela sem nome, de uma cor sem sabor, mas que a saudade me sabe, nos teus beijos aveludados os meus lábios se descansam, amar-te é pouco quando te percorro nos dedos tímidos como os salpicos de mar que me beijam o olhar, és tu amor na tela, pena seres aguarela....

José Guerra (2011)

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Entreguei-me a ti...

Entreguei-me a ti, assim desamparado, no desnorte, sem te perguntar quem eras, como da noite se fez dia, como da lua se beija a sorte...

José Guerra (2011)

terça-feira, 26 de julho de 2011

Sou apenas uma quimera...

Sou apenas uma quimera que não se quisera, que na sombra se finara, porque sem amor ficara...oh! triste destino que te sofres de amar...apenas os poemas te tenho para chorar....

José Guerra (2011)

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Dispo-te do preto cetim....

Dispo-te do preto cetim que te beija o corpo
Toco-te a medo aspergindo rosa perfume
Sentes o desejo que te invade o corpo
Entro em ti como labaredas de lume

José Guerra (2011)

quinta-feira, 14 de julho de 2011

"Pensamentos" e "Pura Inspiração"














"Pensamentos" e "Pura Inspiração", dois livros que vos levam para além das letras e que nos fazem sonhar nas palavras....disponíveis na Livraria Barata (Av. Roma em Lx) e no site do Sitio do Livro (clicar). Agora também em formato e-book.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Os loucos navegam insanos....

Os loucos navegam insanos,
partindo-se sem saber,
sem volta que os carregue,
sem estrela que os protege,
mas partem assim mesmo,
sem nada dizer,
talvez por se saber,
que jamais voltam a ser...

José Guerra (2011)

domingo, 10 de julho de 2011

Murmuram-se as ondas...

Cala-se o silêncio, murmuram-se as ondas, beijam-se as nuvens que se navegam, morre-se o dia nas gentes que se quebram, choro a dor do amor que me levam…

José Guerra (2011)

quarta-feira, 6 de julho de 2011

O mar...

O mar não se acordou, por lá ficou na névoa que se perdeu…que se ouvia, mas não falava…

José Guerra (2011)

quinta-feira, 30 de junho de 2011

..da cor do teu passado.....

Fala-me da cor do teu passado, pinta-me os sonhos de desejo, iça-me do nada, bebe-me na tua fonte, afago-te nas pétalas que cheiram aos teus segredos, abraça-me, não digas nada....

José Guerra (2011)

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Choro-te....

Choro-te sem que percebas que definhei naquela sombra lânguida que se morreu para lá dos ciprestes oca sem o teu sussurro ter.....

José Guerra (2011)

terça-feira, 21 de junho de 2011

Sinto-te...

Sinto-te no perfume dos teus passos que não ouço, amo-te em surdina nos poemas que te respiro nas noites de ébano, canto-te uma flor debruada de amor e adormecemo-nos naquele abraço suado....

José Guerra (2011)

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Na Intimidade de um Poema...

Na intimidade de um poema escrevo-te no corpo a palavra amor, dispo-te no olhar, no teu intimo me sabe, percorro-te sem pudor, só assim te sei amar...

José Guerra (2011)

sexta-feira, 10 de junho de 2011

O Amor...

O AMOR.....essa palavra aquém do sentimento que se sente, que alimenta e não se vê, que trespassa não sei porquê....nas reticências quando se olha, se bebe e se lê...


José Guerra (2011)

terça-feira, 7 de junho de 2011

...Que de mim me esqueça....

Ainda que o peso anos por mim passem, que de mim me esqueça, numa sombra me torne, jamais me esquecerei do teu nome....e das vezes que me fizeste sorrir....

José Guerra (2011)

domingo, 5 de junho de 2011

Vi o pôr do sol...

Vi o pôr do sol da cor da saudade, olhava-me sereno e calmo, tolhido no horizonte despido pelo mar, triste por um abraço que não chega, vi-lhe numa lágrima o etéreo sal por derramar...

José Guerra (2011)

quarta-feira, 1 de junho de 2011

...Se calem as trovas...

Talvez um dia se calem as trovas, as tormentas e os trovões, as simples emoções que não passaram de recordações, saudades e paixões que um dia tiveram mil perdões...

José Guerra (2011)

sábado, 28 de maio de 2011

Sou parte de um poema que não se quis dizer...

Sou parte de um poema que não se quis dizer, sou uma viagem por acabar, sou amor por amar num abraço por te dar, sou noite sem dia, sou um poema que te dizia, sou nada por dizer que espera o meu amor ver...

José Guerra (2011)

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Onde navego.....

Só tu sabes o profundo onde navego, toco-te sem te ver, sinto-te sem querer, amo-te sem te ter, beijo-te no teu ser, morro para te viver

José Guerra (2011)

quarta-feira, 18 de maio de 2011

"Pensamentos" e "Pura Inspiração"















"Pensamentos" e "Pura Inspiração", dois livros que vos levam para além das letras e que nos fazem sonhar nas palavras....disponíveis na Livraria Barata (Av. Roma em Lx) e no site do Sitio do Livro (www.sitiodolivro.pt)

terça-feira, 17 de maio de 2011

Numa frase...

Sonho-te numa frase com o teu sabor, amo-te no teu nome sem tempo, deixo-me ir no teu suspiro que se escapa nos teus lábios num suave murmúrio que se deixou dizer...

José Guerra (2011)

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Dá-me a tua lágrima....

Dá-me a tua lágrima para contigo chorar, sente o calor de um abraço por te dar, apaga o vento que te trouxe para não mais te levar.....

José Guerra (2011)

domingo, 1 de maio de 2011

Que o mar me leve....

Que o mar me leve, sem as ondas me dizerem, parto no verde e trago-me no azul do teu céu...

José Guerra (2011)

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Nada mais importa...

Nada mais importa, que apenas o desejo da minha mão pelos teus anos passar e a felicidade no teu rosto encontrar...

José Guerra (2011)

sábado, 23 de abril de 2011

No olhar...

Sinto-te no olhar o que a boca não me disse, são versos de amor por dizer, que os teus lábios me sabem...

José Guerra (2011)

sábado, 16 de abril de 2011

Sonho em verso

Sonho em verso, escrevo em prosa, chora-me a alma, amo-te nos sonhos, beijo-te nas letras, grito nas estrelas e abraço-te no silêncio...

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Palavras soltas

Respiro numa frase o que a emoção me diz, palavras soltas ao vento que o amor me traz, um beijo em forma de prosa que o meu coração não esquece...

sábado, 2 de abril de 2011

Se um dia...

Se um dia o mar me chamasse, pintava-o de saudade, da cor dos teus olhos que abraçam o amor e da cor da paz que me acalma a dor

segunda-feira, 28 de março de 2011

Ser poeta

Ser poeta é ter no dom tristemente belo o sentir que não se sente, de voar sem ter asas, de estar ausente no presente, de ser sem estar, de estar sem ser, de ver na antítese o prazer de escrever e na metáfora a forma de ser...

quinta-feira, 17 de março de 2011

Apenas miragens...

Afastei um punhado de nuvens para o sol ver, eram apenas miragens ocas que no meu pensamento se esbatiam...

quinta-feira, 10 de março de 2011

Perguntei à madrugada...

Perguntei à madrugada onde estavam os teus cabelos que no meu olhar tocavam, a madrugada disse-me apenas, no coração de quem tu amas...

sábado, 5 de março de 2011

O mar...

Vi o mar, mas não olhei, fugiam-me as ondas, tristes, sorumbáticas, sem a cor do sal, eram apenas o degredo da minha alma que de mim fugia

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Respiro azul

Respiro devagar o azul, toco o horizonte, ouço o teu nome, sinto-te no beijo que me abraça por instantes, fecho os olhos e levo-te no meu sonho...

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Hoje a Primavera beijou-me...

Hoje a Primavera beijou-me, sorriu e passou-me no rosto, sorridente na fragrância que exalava, perfume suave no brilho que trazia, disse-me calmamente um até já no crepúsculo, onde a lua espreitava...

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Diz-me...

Diz-me se o meu abraço tem o gosto de ontem, diz-me se os teus lábios soletram a palavra amor, diz-me se o meu toque sente a ansiedade de sempre, diz-me se o mar tem a cor dos teus olhos e o sal das minhas lágrimas, diz-me...

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Um dia...

Um dia olhei para ti e vi que já não estavas, eras apenas um adeus por dizer que por pena me guardaste...

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Ecos Surdos....

Ecos surdos que se ouvem na moinha do dia entrincheirados por betão anónimo, por onde espreito a azáfama de quem ignora um sorriso...

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Sou um sopro....

Talvez um dia me ouças no nada e me vejas em sonhos, sou um sopro que se esfuma no tempo sem cor nem memória, apenas um beijo que por ti passou...

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Verdes vestes....

Verdes vestes escuras que fecham a noite, breu húmido, luz parca e envergonhada que o frio silenciou, fico calmo e expectante, ouço o nada, diz-me tanto...

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

O pôr do Sol....

O pôr do sol disse-me o que a noite me trouxe, a luz que finda de um amor que se perde, como areia que escapa por entre os meus dedos, indiferente à minha prosa e aos ventos que te levaram os meus segredos....

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

A minha prosa....

A minha prosa só versa no encanto do teu olhar, ganha sabor quando nos teus lábios soletras a palavra amor, não é prosa sem ti, mas por ti eu a escrevo, dorme nas palavras o sonho de ter e sentir-te no eco das letras o que o teu corpo me diz....

domingo, 23 de janeiro de 2011

O frio.....

O sol hoje acordou gélido e seco, dobrado pelo frio da madrugada agreste e opaca, vento cortante que beija a face dos incautos, enrugados nas parcas vestes que o rigor do Inverno ignora....

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Só me apetece....

Só me apetece partir por entre as nuvens em busca do teu amor. Só me apetece chorar gritos de saudade que a ansiedade me pede, só me apetece falecer em ti para voltar a acordar nos teus braços e amar-te como se fosse a primeira vez....

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Quero tocar-te...

Quero tocar-te com a palavra amor, amar-te sem tempo e sem memória, quero beijar-te numa frase por dizer, quero ler-te um poema com as minhas mãos, quero apenas abraçar o calor do teu sorriso...

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Hoje amanheceu,,,,,,

Hoje amanheceu opaco discreto que a calma da noite escondeu, neblina fantasma que o sono adormeceu, silêncio adormecido que a alvorada levou, pensamento que o tempo me marcou....